CARF – IPI. CRÉDITO PRESUMIDO DA LEI N° 10.276/01. AQUISIÇÃO DE PESSOAS FÍSICAS E DE PESSOAS JURÍDICAS NÃO CONTRIBUINTES DE PIS E COFINS


Número do Processo
13804.001452/2002-75
Contribuinte
PERDIGÃO AGROINDUSTRIAL S/A
Tipo do Recurso
RECURSO VOLUNTARIO
Data da Sessão
20/11/2019
Relator(a)
MARCELO COSTA MARQUES D OLIVEIRA
Nº Acórdão
3301-007.135
Tributo / Matéria
Decisão

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, conhecer parcialmente do recurso voluntário e, na parte conhecida, dar provimento parcial, para acatar a inclusão na base de cálculo dos créditos presumidos das compras de MP, MI e ME de pessoas físicas e de pessoas jurídicas não contribuintes de PIS e COFINS e determinar que os cálculos dos créditos presumidos sejam efetuados com base nos artigos 13 e 14 da IN SRF n° 65/79, aplicável a empresas que mantêm contabilidade de custos integrada e coordenada com o restante da escrituração comercial.
(assinado digitalmente)
Winderley Morais Pereira – Presidente
(assinado digitalmente)
Marcelo Costa Marques d’Oliveira – Relator
Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Liziane Angelotti Meira, Marcelo Costa Marques d’Oliveira, Ari Vendramini, Salvador Cândido Brandão Junior, Marco Antonio Marinho Nunes, Semíramis de Oliveira Duro, Valcir Gassen e Winderley Morais Pereira (Presidente).

Ementa(s)
ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS (IPI)
Período de apuração: 01/10/2001 a 31/12/2001
CRÉDITO PRESUMIDO DA LEI N° 10.276/01. AQUISIÇÃO DE PESSOAS FÍSICAS E DE PESSOAS JURÍDICAS NÃO CONTRIBUINTES DE PIS E COFINS

Devem ser admitidos créditos presumidos de IPI sobre aquisição de MP, MI e ME de pessoas físicas e de pessoas jurídicas não contribuintes de PIS e COFINS, nos termos da Súmula STJ nº 494.
CRÉDITO PRESUMIDO DA LEI N° 10.276/01. EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS NT

Não podem ser computados nos cálculos dos créditos as compras de MP, MI e ME aplicados na produção de produtos classificados na TIPI como NT, de acordo com a Súmula CARF n° 124.

Sendo assim, as receitas de exportação correspondentes também não podem ser computadas para fins de determinação do percentual a ser aplicado sobre a base de cálculo dos créditos presumidos.

Acesse a decisão na íntegra aqui.

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